• Letícia Kawano-Dourado

Médica e negra

Nascida e criada nas Antilhas, a Dra. Jasmine sempre quis ser médica e nunca se quer imaginou que sua cor de pele pudesse ser um empecilho. No entanto, quando emigrou aos EUA, notou que implicitamente não se espera que negros ocupem cargos de destaque ou profissões que desafiam.


Dra. Jasmine Marcelin - médica infectologista, Universidade de Nebraska, EUA


Dr. Jasmine Marcelin, infectolgista da Universidade de Nebraska, EUA, nos conta sobre como ter crescido no Caribe foi algo positivo que a permitiu sonhar ser o que ela quisesse ser, inclusive médica, já que de onde ela vinha havia negros como ela em todos os níveis hierárquicos da sociedade. Quando ela se mudou para os EUA, ela percebeu que a realidade não era a mesma e que negros simplesmente não sonhavam tão alto, simplesmente por que eram negros (como se não tivessem o direito de almejar tão alto).


Assistam-na contar-nos sobre essa perspectiva:







As opiniões aqui veiculadas representam minha posição pessoal e a de todos colegas, aliados das Mulheres na Medicina, que gentilmente cederam sua imagem e voz para a causa. A todos eles nosso muito obrigada!


Projeto Mulheres Na Medicina apoiado pela Sociedade Americana de Tórax, ATS em especial o comitê de equidade em saúde e diversidade da ATS.


Legendas em português, apoio Roche


Projeto Respira Evidência por Leticia Kawano Dourado




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